sexta-feira, 22 de março de 2013

Valorize o que você tem






Em uma viagem a trabalho ao lado de dezenas de médicos aconteceu uma situação que me fez valorizar mais a minha atual posição profissional.

Durante o vôo uma senhora passou mal e a comissária perguntou se havia algum médico para socorrê-la. Eu sabia que a bordo existiam vários e senti orgulho quando um deles se levantou para atendê-la. Claro, nada mais óbvio, mas isso me emocionou porque eu dei conta de que convivo com pessoas que tem uma habilidade incrível: o de salvar vidas.

Naquele momento, quando vi o médico ao lado da senhora prestando todo o auxílio possível, me senti agradecida e honrada por estar ao lado destes profissionais que dedicam anos e anos de suas vidas para ajudar o próximo.

É engraçado porque no dia a dia, quando eu estou ao lado desses médicos discutindo aprovações de textos (eu sou jornalista), fazendo reuniões, entre tantos outros projetos, esqueço às vezes que estou lidando com profissionais capacitados, pessoas que escolheram uma carreira para ajudar e aliviar as dores do ser humano.  

Enfim, passar por isso, apesar de ser uma situação corriqueira e que deve acontecer muitas vezes, para mim foi especial. Fez com que eu valorizasse muito mais o meu trabalho e as pessoas que estão ligadas a mim.

As vezes perdemos tanto tempo nos preocupando em o que fazer para ganhar mais, produzir mais e alcançar melhores posições, ou até mesmo reclamando da nossa atual vida profissional ou pessoal, que esquecemos de olhar em volta e valorizar o que temos.

Não acho que devemos parar no tempo e se preocupar em evoluir é sempre muito importante, mas temos que achar o motivo e o jeito certo. Não vale menosprezar o que você tem em busca de algo melhor. Dessa forma, acho que vamos viver eternamente insatisfeitos.    



sexta-feira, 1 de março de 2013

Os 4 códigos para a superação na carreira




Com constantes pensamentos sobre a minha carreira, acabei de ler esse texto que achei bastante interessante. Acho que é ideal para aqueles momentos que queremos algo diferente, mas não sabemos por onde começar.
Vale a pena ler e se inspirar!

Os 4 códigos para a superação na carreira

Existe código para tudo. A questão é descobrir! Na profissão e na carreira precisa prestar atenção desde cedo. Além de liderar milhares de pessoas ao longo da minha carreira, vivi, eu mesmo, erros e acertos importantes para compartilhar. Fora isso, estudo essa arte da Superação intensamente, e a construção de uma grande carreira vai exigir muita superação da sua pessoa, da sua personalidade, para que o seu profissional seja vitorioso.

O 1º Código é descobrir aquilo que você não é. Mais importante fr que saber o que você quer, ou o que você pode vir a ser, realize rapidamente onde não é a sua praia. Descubra onde não está o seu dom, qual não é a sua vocação. Como saber? Experimentando de tudo, e muita coisa, logo cedo, desde sua adolescência. Você saberá onde seu dom não está, pois será insuportável para você vencer os obstáculos que existem em todas as profissões e em todas as carreiras. Mas, não perca tempo. Haja agora.

O 2º Código é focar no seu melhor. Descoberto o seu dom, aquilo que você sente uma brutal satisfação de fazer, concentra. Curta cada detalhe do processo. Você saberá que essa é a sua, pois sentirá a felicidade ao fazer as coisas, que não faria normalmente, se não gostasse muito. Você vai ler sobre isso, vai dedicar noites, finais de semana, vai devorar tudo o que envolve essa vocação descoberta.

O 3º Código é buscar relacionamento com os profissionais mais competentes e admiráveis, daquilo que você também ama. Afaste-se da turma da reclamação, da choradeira e do resmungar. Não perca tempo gastando tempo com quem não tem tempo para crescer. Cada segundo investido da sua vida é energia vital que flui. Somos o resultado de onde colocamos o foco de nossas atenções. Com quem nos relacionamos definimos a nossa vida. Aprenda a gostar de pessoas que você não gostaria normalmente, mas que ensinam e com quem você pode aprender muito.

O 4º Código vai exigir que você aprenda muita coisa que normalmente você não iria aprender, mas que vai descobrir que sem esse conhecimento, simplesmente não conseguirá fazer aquilo que você mais ama. Você irá descobrir a interdependência entre os conhecimentos, você vai ter convicção da importância das equipes, de suas diversidades, e de que sozinho ou sozinha, não vai muito longe.

Não é difícil, precisa de muito trabalho. Muito amor ao trabalho.  

José Luiz Tejon Megido – www.tejon.com.br.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Mandamentos para um ano novo




Não importa se o ano é novo ou velho. Se a virada é hoje a noite ou se já passou faz seis meses. Tem certas promessas que deveriam ser feitas e cumpridas independentemente do réveillon.

São aquelas promessas que geralmente fazemos quando entendemos a importância de algo, de algum momento. São também aquelas que surgem claramente quando nos arrependemos de algo que fizemos.

Enfim, vivendo e aprendendo. Mas como hoje especificamente é dia 31 de dezembro e daqui a pouco começa um ano novo, acho que vale a pena uns minutos de reflexão, contanto que eles possam se estender durante os próximos anos.

Por isso, faço agora uma pequena lista que parece muito fácil e simples no papel. Mas sei que serei testada nos momentos mais corriqueiros: naquelas horas de desânimo, de stress e naqueles momentos de cansaço.

São nesses momentos que somos testados. Quando menos esperamos somos obrigados a passar por situações que irão nos provar, que irão cobrar o nosso crescimento espiritual e emocional. E nessas horas espero lembrar desses meus mandamentos e espalhá-los por aí através das minhas atitudes.

Mandamentos para 2013, 2014, 2015..... 2050..... 

1 - Aprender a valorizar a família, independentemente da quantidade de defeitos que eu acho que ela possa ter.

2 - São as pequenas ações que realmente importam e que fazem diferença na nossa vida.

3 – Julgar de forma implacável não permite que eu olhe e entenda o outro como um simples ser humano.

4 - Entender que controlar tudo e a todos não traz felicidade.

5 – Aquietar a mente e relaxar são tão importantes quanto estar realizando algo, o tempo todo.

6 - Aprender a contar até 10 antes de falar ou agir é a melhor solução.

7 - Respeitar as diferenças do outro.

8 - Pedir perdão e perdoar.

9 – Respeitar o próximo com todas as suas qualidades e defeitos e entender que todos podem errar.

10 – E por final, estar sempre disposta a aprender.

Feliz ano novo para todos! 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A motivação e a disciplina






Todo final de ano é sempre a mesma coisa: as pessoas ficam mais pensativas, mais reflexivas sobre o que passou e o que está por vir. Fazem planos e mais planos, projeto verão 2013 e tudo mais. É sempre a mesma coisa. E é uma coisa boa, se colocarmos em prática tudo o que pensamos. Ta bom... não precisa ser tudo, mas pelo menos a metade, ou um terço vai.

Se pararmos para pensar, geralmente a maioria das pessoas vive a vida no automático, com milhares de obrigações para cumprir. Filhos, trabalho, família, contas a pagar, academia, alimentação, médicos, etc, etc, etc... Não que essas preocupações sejam ruins, muito pelo contrário, fazem parte da nossa vida e nos fazem nos sentir repletos, mas assim mesmo é importante parar um pouco e pensar se a vida está mesmo conforme sonhamos.

Nesse automático do dia a dia acreditamos que estamos realizando os nossos sonhos, nos sentimos felizes, mas também, as vezes, nos sentimos infelizes por não estarmos fazendo algo que queríamos. O que é, afinal, esse algo? E por que geralmente esses pensamentos aparecem justamente no final do ano?

Isso é com cada um... Para alguns é um trabalho novo, para outros é conseguir emagrecer 20 quilos, passar no vestibular, casar ou comprar uma casa. Mas sempre terá esse algo a mais para nos preocuparmos. Agora, o que eu acho primordial é entender essa questão que fica martelando as nossas cabeças quando pararmos para fazer o balanço das nossas vidas.

O que estamos fazendo para realizar esse tão esmerado desejo? Uma coisa que eu aprendi em viagens é que elas realmente acontecem se você planejá-las. Muitas pessoas estão sempre falando que querem conhecer o país tal, mas nunca fazem nada a respeito. Sempre existem empecilhos, obrigações, as famosas citações: “se eu tivesse dinheiro”, “se eu tivesse tempo”... Mas se você definir o que quer e começar a agir, as coisas acontecem. Mais fácil do que possa imaginar!

Para mim esse desejo de fazer algo é a motivação para a realização. Porém, só ter o desejo não quer dizer que estejamos motivados para começar o trabalho que irá nos levar ao tão estimado objetivo de desejo. Certo, então o primeiro passo é descobrir o que realmente queremos. Quando definimos isso, quando conseguimos parar e pensar, nos sentimos motivados a fazer algo a respeito. Entendemos a necessidade da mudança, entendemos como isso poderá influenciar a nossa vida. Daí sim esse sentimento será a motivação para algo melhor, maior, que vai de encontro com o que realmente desejamos.

Com essa motivação a flor da pele, entra a etapa mais difícil: É a hora de nos disciplinarmos para alcançarmos o nosso objetivo. Porque será que é tão complicado para algumas pessoas (eu acho que a maioria delas) manter essa disciplina?! Sabemos que se tivermos disciplina para seguir o nosso caminho alcançaremos a nossa meta. Mas assim mesmo é complicado entender tudo isso e conseguir colocar em prática.

Aliás, esse texto veio de um pensamento a respeito de escrever mais. Pois é! Queria escrever muito mais no meu blog sobre temas variados do comportamento humano. Adoro fazer isso e sei que preciso praticar mais a cada dia. Sei que preciso escrever mais e seguir uma periodicidade nas publicações. Senão, nunca serei lida como eu quero e nunca irei melhorar os meus textos. A motivação eu tenho. Sei exatamente o que eu quero, mas só com trabalho árduo e essa tal da disciplina vou alcançar isso.

Essa não é a primeira vez que eu prometo para mim mesma escrever mais no meu blog. Quero isso, mas sempre tem algo que eu julgo mais importante, um prazo para cumprir, ou então a preguiça, o cansaço...E também o medo. Será que eu estou fazendo direito? Será que está bom? Mas a gente nunca vai saber se não tentarmos, não é mesmo?!

Então aqui estou eu mais uma vez (e espero que seja a última) prometendo escrever mais. Mudar e correr atrás do que eu realmente gosto. Sei que não será fácil mudar um hábito, mas será um treino. Terei que ter muita motivação e, é claro, disciplina. Mas para não deixar a minha meta inatingível, não vou me cobrar tanto. Vou estabelecer padrões e critérios que estejam de acordo com a minha rotina para que eu possa cumpri-la. Ainda não tenho isso definido, mas acho que o primeiro passo está sendo dado. Tenho a motivação e vou ter a disciplina.

Espero que esse texto, mais para um desabafo, possa motivar algumas pessoas também!



quarta-feira, 30 de maio de 2012

Cumplicidade eterna




Ser cúmplice de alguém, segundo definição do dicionário é “Que, ou aquele que colabora ou toma parte com outrem nalgum fato. Que, ou aquele que participa de um ato”. Amigo é assim. Aliás, em minha opinião, a relação de amizade é a que mais proporciona momentos de cumplicidade. Momentos únicos de troca de experiências, dores, alegrias, angústias e muitas risadas.

É uma relação independente de tempo e espaço. Se a amizade existe, ela será eterna e irá ajudar a compor a nossa personalidade, a nossa história. O eu é criado através dessas relações, da troca interminável de sentimentos e sensações que mudam com o passar do tempo; que amadurecem. Aparecem novos questionamentos e anseios que são divididos, mais uma vez com os amigos.

Sei que o que sou hoje é fruto também dessa cumplicidade que tive e tenho com alguns amigos. Por essas pessoas que deixaram cartas escritas contendo desejos e segredos; por telefonemas intermináveis que dividiram risadas e reclamações; pelas lágrimas de alegria e por outras não tão felizes assim. Amigos que até hoje compartilham comigo uma vida intensa, sempre nova, cheia de surpresas.

Essas pessoas são capazes de dar aquele puxão de orelha, de estender a mão e até de descer ao fundo do poço para depois levantar junto, com toda a força. Seres que incentivam, criticam e entendem sem nunca querer nada em troca.
Simplesmente estão ao nosso lado em todos os momentos da vida. Não importa quantos forem e por quanto tempo durarão. A amizade transcende os limites das horas, dias e anos. Porque uma vez isso criado, será para sempre.

Agradeço todos os dias por essas amizades, por essa cumplicidade eterna criada com pessoas tão importantes. Alguns estão distantes fisicamente, mas nunca longe do meu coração; com outros não tenho mais contato, mas sempre aparecem para dar um alô nas minhas lembranças e geralmente vêem acompanhados de boas risadas. Já existem aqueles que se foram para sempre, mas vivem intensamente na memória de todos que encantou. Sem contar os amigos que estão ao meu lado o tempo todo. Aquelas pessoas que eu sei que posso contar com o que for preciso. Para todos esses, dedico a minha cumplicidade eterna.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Hábitos


Inspirada em criar novos hábitos, li esse texto. Mas sei que só depende de mim! 


Nosso caráter é composto, basicamente, pelos hábitos que desenvolvemos. O velho ditado diz: “plante um pensamento, colha uma ação; plante uma ação, colha um hábito; plante um hábito, colha um caráter; plante um caráter, colha um destino”.

Os hábitos são fatores poderosos em nossa vida. Uma vez que representam padrões coerentes – e muitas vezes inconscientes – eles servem para exprimir nosso caráter no dia a dia, e são responsáveis pela nossa eficácia...ou ineficácia...

Hábitos podem ser aprendidos e desaprendidos. Não é fácil, mas é possível romper com tendências tão profundamente arraigadas como – criticar, ser impaciente e egoísta, por exemplo – exige muito mais do que um pouquinho de força de vontade. Esse tipo de mudança exige um esforço tremendo, mas depois, toda a liberdade assume um novo sentido.

Definimos hábito como a interseção entre o conhecimento, a habilidade e o desejo. O conhecimento é o que fazer e o porquê; a habilidade, como fazer; e o desejo a motivação, o querer fazer. Para tornar algo um hábito é preciso reunir estes três elementos.

Por exemplo: eu posso ser ineficaz em minhas relações com os colegas de trabalho, minha esposa, meus filhos porque – constantemente – digo a eles o que eu penso, mas nunca ouço o que eles têm a dizer. A não ser que eu mude esse hábito, corro o risco de jamais saber que preciso ouvi-los. Mas, mesmo sabendo que preciso ouvir, posso não ter a capacidade para tanto; pode ser que eu não saiba como ouvir sinceramente o que outra pessoa está dizendo.

Mas ainda assim não é o bastante: porque saber que preciso e saber como ouvir, de nada adiantará se eu não quiser, se eu não tiver a vontade necessária para ouvir.

Se não houver os três elementos: conhecimento, habilidade e desejo você nunca conseguirá mudar o velho hábito e adquirir um novo.

Adaptado do livro “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes”, de Stephen R. Covey 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Verdade e Poder




Verdade e poder estão intimamente ligados. É o poder quem determina as verdades e as faz valer. Portanto, a verdade é uma invenção com objetivos específicos, com uma função clara. O poder cria formas estruturadas e massificantes para nos convencer de que tal fato é a verdade. O poder faz isso utilizando-se da razão, da inteligência e do quanto ela conhece do ser humano. Nietzsche dizia que "não existem fatos, apenas interpretações", e é isso o que o poder faz, vende a sua interpretação da realidade. E na maioria das vezes compramos. O poder é insistente, é ostensivo, e se utiliza de inúmeros veículos e formas diferentes para nos convencer.

Foucault dirá que as ciências humanas não existem senão, para conhecer o ser humano e com isso dominá-lo mais facilmente. O poder monopoliza o conhecimento e com este constrói verdades que são disseminadas no cotidiano. TV, internet, impressos, cinema, teatro, todos construindo e vendendo suas verdades. Dito isso, concluímos que a verdade não existe, ela toma a forma que determinam, é uma massa de moldar habilmente manipulada por aqueles que detém o conhecimento da técnica para fazer. Então achamos lindo, achamos perfeito e tomamos o molde como real. Ele ganha vida porque a damos. Uma verdade só se torna veraz se nela acreditamos, do contrário se desvanece.

Contudo, não é fácil nos defender dos fazedores de verdade, pois eles nos conhecem bem o bastante. E por vezes não vendem suas verdades diretamente, mas sim indiretamente. Por meio de uma história, por meio de um conceito, de uma expectativa, de uma esperança, de um sonho. O poder se utiliza de estratégias para nos padronizar, com isso, facilmente nos tornamos previsíveis, o que nos deixa transparentes. Ou seja, manipuláveis na medida em que se sabe como o indivíduo pensa, quais são seus anseios, seus desejos, que, aliás, também são instaurados pelo poder, sendo assim, fica fácil saber como vender uma verdade que mais facilmente será comprada. É tão personalizado, que quando você olha facilmente dirá: "isso foi feito pensando em mim". É tudo o que o poder queria ouvir.

Voltemos a Foucault, que muito escreveu sobre o poder, e uma de suas frases mais célebres foi: "onde há poder, há resistência ao poder". Ou pelo menos deveria ter. E só conseguiremos, sendo sujeitos pensantes e dispostos a libertar-se das fábricas de verdades. Começando a questionar, indagar sobre a função da verdade que estão lhe propondo. Se você compra uma verdade porque o amigo comprou, ou porque todo mundo está comprando, então não é uma ação livre. Compra uma fantasia e a toma como verdade. A não ser que queira viver de ilusão, faz-se necessário ter mais critério em suas escolhas. Que tem de estar pautadas em si mesmo, na sua realidade e nos seus verdadeiros interesses.

Libertar-se completamente do poder é quase que impossível, pois fazemos parte de uma sociedade. Contudo, os lampejos de liberdade podem nos proporcionar belos momentos de desfrute e paz. Como se pudesse simplesmente fechar os olhos e curtir seu universo pessoal, sem preconceitos, sem obrigações, sem culpa, sem medo, sem vaidade, sem preocupação. Simplesmente sentir-se completamente desnudado de deveres e regras, como se nada pudesse atingi-lo de forma alguma e conseguisse flutuar, diante da leveza de seus pensamentos e consciência. Quem sabe precisamos criar um escudo que nos proteja dos vendedores de verdade. E assim poder criar nossas próprias verdades, saudáveis e por isso benéficas a si mesmo.

Odair J. Comin
Psicólogo clínico, especialista em Hipnose e Escritor
Autor do livro “Mestre das Emoções”.

Fonte: Dot News Comunicação